Mesmo impulsionados pelo Caçador da Cauda Vermelha, a matilha decide recuar e traçar um plano de vingança, mas antes precisavam de duas coisas: rastrear a Pura fugitiva do bando que haviam aniquilado; e encontrar Josie Raincaller e Iron Soul.
A Pura, chamada Linda - jovem, recém recrutada nas Tribos Puras e tomada pela tristeza - é encontrada rapidamente, abatida e desmotivada pela perda de seus irmãos Puros. Stoneclaws a julga indigna de uma morte rápida, e os Doomhowlers a abandonam na floresta conturbada, em meio a tempestade, lamentando sozinha a dor em sua alma. Já encontrar Iron Soul e Josie seria uma tarefa mais difícil. Eles eram Hunters in Darkness, senhores da sobrevivência e, mesmo derrotados, ainda conheciam aquele território todo como ninguém. Sadler - agora apelidado de Stargazer por Moonsky - pede auxílio ao totem, que voou entre raios e granizo. Orientados pelo senso de direção do Caçador, eles assumem a forma Urhan e, atravessando a Shadow conflituosa da região, finalmente encontram uma caverna secreta, protegida por espíritos guardiões dos MPC. No interior da caverna, eles encontram o que restou da poderosa matilha. Todos exibiam horríveis ferimentos e um deles, Maruda, estava sem um braço, em grave estado de choque; mesmo sua recuperação Uratha estava sobrecarregada e Josie, mesmo ferida, estava conjurando espíritos e promovendo um ritual de cura em seu irmão. Iron Soul amargava a derrota, ignorando a dor física. Ele relata à Moonsky o confronto que travaram com um grande oponente, que os Puros chamavam de Deidrom - esse monstro, sozinho, derrotou os cinco lobisomens, predadores experientes e renomados, em combate físico, enquanto os Puros apenas observavam e se divertiam com o derramamento de sangue. Iron Soul dizia que nunca viu algo parecido, mas que ele, assim como os Uratha, era capaz de se regenerar e mudar de forma. Contudo, Deidrom não era capaz de entrar na Shadow, como se ele fosse desprovido de um lado espiritual, aprisionado na carne.
Maruda finalmente morre, agonizando. Frozen Blood jura para Josie que irá vingar os MPC. A Ithaeur realiza um Ritual da Marca Espiritual nos Doomhowlers, reconhecendo a honra e glória da matilha. Ela conclui dizendo que os MPC ficarão nessa caverna espiritual por alguns dias, mas que irão lutar e morrer ali. Ela entrega seu colar de dentes para Moonsky, como prova de gratidão, e os Doomhowlers partem de volta para Chapel Hills, onde poderão se recuperar e planejar a retomada do locus Forsaken; e principalmente, investigar a única pista que possuem sobre essa desgraça que se abateu sobre os MPC. Um simples nome: Deidrom.
De volta ao Dead Raccon, a matilha recupera o fôlego, senta e pega algumas bebidas. Tudo como de costume. Mas aquele ambiente amistoso recebe visitas inesperadas, na forma de quatro estranhos motoqueiros. Pálidos, atraentes, "amigáveis" demais. A matilha começa a prestar atenção neles e logo começam uma interação numa partida de sinuca. Os lobisomens assumem papéis de cordeiros e notam que aqueles estranhos estão mortos. Mortos que falam, se movimentam, dão risada.
Na parede do bar, há um cartaz de um garoto desaparecido. Stoneclaws, ou George, acaba se envolvendo com a garota do grupo, Vicky, que o seduz como uma sereia e o leva para fora; enquanto Moonsky (Mike) e Night's Eye (Sarah) ficam na sinuca com Seth, Tupa e Dryer, o carismático líder do grupo. Enquanto jogam, Dryer diz que está muito interessado em ficar um tempo em Chapel Hills, já que lá a polícia está sempre distante e as pessoas podem fazer "coisas que outras nunca ficarão sabendo". Moonsky mantém seu papel e acaba criando uma amizade com aqueles mortos que andavam.
Do lado de fora, Stoneclaws e Vicky se beijam, enquanto Frozen Blood observa à distância, desconfiado da garota. Na escuridão da noite, o casal percebe uma sombra se movimentando de forma estranha; um homem de chapéu e casaco, que logo desaparece. Vicky volta para o bar, reagrupa os motoqueiros e eles partem, com uma prostituta. Do lado de fora, os dois lobisomens se juntam para rastrear aquela sombra, encontrando sangue e o braço pequenino e mastigado de um garoto...

Épico, é tudo que tenho a dizer...Melhor crônica de lobisomem ever!!!!
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